domingo, 11 de julho de 2010

Sassy

Terminando hoje a minha homenagem às Divas do Jazz, Sarah Vaughan, ou Sassy, seu apelido.

Ainda muito menina, Sarah Vaughan começou a cantar no coral gospel da igreja que frequentava com os pais, ambos músicos. Seu pai era guitarrista e sua mãe era lavadeira e tocava piano na mesma igreja. Aos treze anos, com o que sua mãe havia lhe ensinado, foi para trás do órgão, acompanhando o coro. Ganhou o primeiro prêmio no Apollo Theatre (lembram-se?), o que lhe abriu muitas portas na música.

Começou a cantar com bandas, mas adquirida sua confiança ao trabalhar, Sassy decidiu tentar a carreira solo. Seus primeiros álbuns soram bem recebidos pela crítica, fato que a levou a se unir com os músicos revolucionários do bepbop como Charlie Parker e Dizzy Gillespie.

Vaughan tornou-se uma estrela internacional, gravando discos mais comerciais e frequentemente acompanhada de cordas, embora tenha gravado com um octeto, 1950, que incluía o trompetista Miles Davis.

Sarah era dona de uma impressionante e elegante voz, que parecia sair nenhum esforço, além disso, improvisava de maneira magistral (scat).

A indicação de hoje é o At Mister Kelly's [1957]. Esse disco está naquele livro 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer. Ele é maravilhoso! Apesar de ser ao vivo, ele é muito bem gravado, sem ruído algum. Alguns aplausos sim, mas vale muito a pena.

Excepcionalmente, hoje serão dois filmes. Um, Sarah cantando Don't Blame Me. Outro, é uma descoberta: Sarah Vaughan e Wilson Simonal cantando juntos . Os dois imperdíveis!





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